Cena esquemática · desenho vetorial em metros, não é a saída da câmara
A RIA Smartcity lê o vídeo que uma cidade já tem e devolve medições e factos, não gravações: quantos passam e de que tipo, a que velocidade vêm de verdade, onde quase colidem, quem caminha e por onde quer atravessar, quanto lancil está ocupado, se a rua ficou inundada ou se um candeeiro se apagou. Todas as verticais sobre a mesma imagem.
«Debaixo de quase todos os semáforos atuados do mundo há uma espira de fio enterrada no asfalto. Responde a uma única pergunta: há algo por cima de mim? Sim. Não. Sim.»
Um bit por veículo, uma vez. Nem o que é, nem a que velocidade vem, nem para onde vai, nem quando chega. Quatro campos que a espira deixa vazios.
«A mesma pergunta, respondida por uma câmara com seguimento. E por cada veículo, ainda: o que é, a que velocidade vem, para onde vai, e em quantos segundos chega à linha de paragem. Não é um sensor diferente: é um superconjunto estrito do que já está enterrado.»
E o que se deteta não é só um veículo: é tudo o que se move —ligeiros, autocarros, camiões, motas, bicicletas e pessoas—. É aí que começam as cinco verticais, no mesmo fotograma.
YOLOX-s · ONNX Runtime · CUDA · 19,5 ms por fotograma · medido no equipamento, hoje«Uma câmara sem calibrar mede em píxeis, e um píxel não é uma unidade de gestão. Com duas secções e duas distâncias reais, a cena entra num plano métrico: daí saem os metros por segundo, as distâncias entre veículos e a fila.»
A projeção que estás a ver rodar é a mesma operação que o produto faz: a homografia que leva a vista da câmara ao plano da faixa de rodagem. Esse plano é usado pelas cinco verticais: sem metros não há velocidade, não há quase-acidente, não há ocupação do lancil.
«E onde a calibração não chega, o sistema di-lo.
Isto não se estima, assinala-se.»
Tudo o que se move deixa o seu trajeto. Centenas de curvas depois, o cruzamento mostra as suas linhas de desejo, e da nuvem destilam-se os três números que um engenheiro de tráfego usa todos os dias: fluxo, v85 e intervalo.
Mas o trajeto não é um dado de trânsito, é um dado da cena: as mesmas curvas, filtradas por classe, são por onde as pessoas querem atravessar —não por onde ficou pintada a passadeira—, quanto tempo fica parado quem espera o autocarro e quantos lugares do lancil estão ocupados a cada hora, contra uma capacidade declarada.
«Nenhuma destas curvas tem nome. São formas, classe e hora. O vídeo é processado no equipamento e descartado.»
Dois controladores correm em paralelo sobre o mesmo trânsito: o de tempo fixo que está instalado e o atuado por tempo de chegada. Duas filas, lado a lado, e o atraso acumulado a separar-se.
«Isto não é uma teoria de controlo nova. É a doutrina canónica, a que está no manual da FHWA e na zona de dilema de 2,5 a 5 segundos, implementada com um sensor melhor.»
27 a 28 % de redução do atraso · medido sobre clipe de desenvolvimento · o número só aparece com 15 veículos e 2 ciclos · fluxo de saturação 1800 veíc/h/via«Não é preciso mudar os semáforos:
é preciso mudar o sensor.»
«Um acidente é um dado que chega tarde e um a um. Um quase-acidente é o mesmo dado, antecipado e em volume. Bellevue gastou dez mil dólares em pintura e sinalização e baixou sessenta por cento os seus conflitos críticos.»
E o método não distingue veículos de pessoas: mede o cruzamento de duas trajetórias quaisquer, por isso o mesmo instrumento conta o ligeiro contra o ligeiro, o ligeiro contra o peão e o ligeiro contra a bicicleta. Quando um dos dois é utilizador vulnerável —peão, bicicleta ou mota— o mesmo número de segundos pesa mais, e o sistema diz que a gravidade subiu por isso.
Bellevue · 10 000 USD em pintura e sinalização · 60 % menos conflitos críticos · a única cor de risco de todo o filme«Quando o morador reclama “ponham um semáforo aqui”, o município responde com dados.»
«Tudo o que viste até aqui corre hoje, sobre uma câmara, num equipamento do tamanho de um modem. O que se segue não é outra tecnologia: é a mesma, repetida.»
E as camadas também não acabam no trânsito. Sobre esta mesma imagem vivem cinco verticais: mobilidade, segurança rodoviária, espaço público, estacionamento e ambiente. Nenhuma das quatro que seguem a primeira pede outra câmara nem outra obra: pedem uma linha, uma zona ou uma verificação.
E aqui vai o limite, dito antes de o perguntarem: uma câmara mede um ramo. A coordenação de eixo, a atuação sobre o controlador instalado, a procura da rua transversal —que hoje se simula—, a contagem de viragens por movimento e fase, e a escala multicâmara em produção estão desenhadas e documentadas, não a correr. Abaixo cada uma leva o seu selo.
«A mesma câmara, a mesma imagem, e a pergunta muda: não quantos carros passam, mas quantas pessoas caminham e por onde querem atravessar.»
Peão e bicicleta são classes próprias desde o primeiro fotograma. Uma linha de contagem não devolve um total: devolve a desagregação por classe e por sentido. E os mesmos trajetos anónimos, filtrados por classe, são as linhas de desejo das pessoas: vê-se que a nuvem não cai sobre a pintura.
Classes peão e bicicleta · linha de contagem com sentido ab e ba · trajeto anónimo de no máximo 12 pontos, sem identidade nem hora finaO cruzamento não é só um sítio por onde se passa: é um sítio onde se espera. Uma zona com papel de permanência mede em segundos quanto tempo cada um fica, e publica a média e o percentil 85. Quando há demasiados ao mesmo tempo e isso se mantém, abre-se o aviso de aglomeração.
Zona papel permanência · permanência em segundos, média e p85 · limiar por omissão 15 pessoas durante 60 s, baixado para 6 nesta zona«O lancil é a superfície mais disputada da cidade, e aquela que ninguém mede.»
Zonas com papel de estacionamento sobre o mesmo plano: quantos há, contra uma capacidade declarada, em veículos e em percentagem; quantos chegaram e quantos saíram; e quanto durou cada permanência.
10,0 s parado para contar como lugar · capacidade declarada à mão, nunca inferida da geometria · os metros lineares de lancil NÃO se medemA segunda fila não é um detetor à parte: é um veículo parado dentro de uma zona com papel de faixa de rodagem, abaixo de 3 km/h, durante 45 segundos, com dupla confirmação. O mesmo motor de episódios que o trânsito usa.
A zona de cargas e descargas como papel próprio é PREVISTO. O que já é possível hoje é declarar essa zona com horário, e que mude de papel consoante a hora.
«Tudo o que viste até aqui é seguimento: fotograma a fotograma, cada coisa com a sua identidade. O que se segue não segue nada: olha.»
Uma verificação por zona a cada meia hora, sobre um recorte da cena e não sobre o fotograma inteiro. E três respostas possíveis, não duas: positivo, negativo e indeterminado.
Há uma deposição ilegal de resíduos? A rua ficou inundada? O candeeiro apagou-se? Às duas primeiras —e ao fumo— responde um modelo de linguagem visual sobre o recorte. Ao candeeiro não: responde-se com o brilho local do recorte contra uma referência calibrada em obra.
E quando não se vê a faixa de rodagem, a verificação de inundação responde indeterminado: não há falso negativo escondido num «não».
1 verificação cada 30 min por zona, mínimo de 5 min · recorte de no máximo 768 px de lado, descartado depois da consulta · confiança mínima 0,70 · duas verificações seguidas para abrir o episódioSensores da cidade,
para decisões inteligentes.
Continua a descer: a tese e o painel
A cena é um cruzamento de quatro esquinas desenhado em coordenadas do mundo, em metros: faixas de rodagem, quatro chanfros, passadeiras, lancis, linhas de paragem, semáforos e implantações de edifícios. Não há qualquer fotografia. O relógio fica parado nas 08:14:07 e o trânsito move-se em ciclo contínuo.
Camada 1, o asfalto: um retângulo de espira enterrada sob a via, que acende e apaga uma vez por veículo, e quatro campos vazios: classe, velocidade, direção e tempo de chegada.
Camada 2, a câmara: a vista oblíqua do cruzamento, caixas de deteção sobre os veículos em movimento e os quatro campos preenchidos. Legenda: YOLOX-s, ONNX Runtime, CUDA, 19,5 milissegundos por fotograma, medido no equipamento, hoje.
Camada 3, a métrica: a projeção roda da vista da câmara para a vista em planta. Aparecem duas secções de calibração, a separação declarada entre elas e a largura da faixa de rodagem como cotas de prancha de projeto. As cotas são do esquema desenhado: faixa de rodagem da avenida 14,00 m, rua transversal 11,00 m, passeio 4,00 m, chanfro 5,00 m, separação entre secções 14,00 m. Dentro da faixa calibrada o desenho fica nítido; fora da faixa degrada-se para cinzento, porque aí o sistema não informa: assinala.
Camada 4, o tempo: tudo o que se move deixa o seu trajeto e centenas de trajetos acumulados formam as linhas de desejo do cruzamento. Destilam-se três números —fluxo, v85 e intervalo entre veículos— calculados sobre a cena desenhada, não medidos no terreno, e só a partir de uma amostra de 15 veículos. Os mesmos trajetos, filtrados por classe, são o instrumento do espaço público: por onde as pessoas atravessam de verdade, quanto tempo ficam na paragem e quanto lancil está ocupado a cada hora.
Camada 5, a decisão: aparecem os semáforos e um detalhe com as duas filas, tempo fixo e atuado por tempo de chegada, sobre as mesmas chegadas; abaixo, as duas curvas de atraso acumulado a separar-se, e a zona de dilema de 2,5 a 5,0 segundos marcada sobre o ramo. A redução do atraso de 27 a 28 % medida sobre clipe de desenvolvimento só aparece quando a amostra chega a 15 veículos e 2 ciclos.
Camada 6, o risco: a cena esvazia-se e ficam dois utilizadores que quase se tocam. Desenha-se o tempo de pós-invasão, PET, entre o instante em que um deixa o ponto de conflito e o instante em que o outro entra. Na margem, os quase-acidentes do dia ordenados por gravidade, por PET e por TTC. O método mede o cruzamento de duas trajetórias quaisquer, por isso cobre igualmente o conflito entre veículos e o de um veículo com um peão ou um ciclista; com um utilizador vulnerável a gravidade sobe, e o sistema declara que subiu por isso. É o único sítio do filme onde aparece a cor de risco, e os valores do dia não se publicam aqui porque a cena é um esquema.
Camada 7, o que não está na imagem: a vista afasta-se e o cruzamento torna-se um ponto entre outros pontos de um mapa esquemático. O cruzamento medido fica rotulado «1 câmara, 1 ramo, 5 verticais»: mobilidade, segurança rodoviária, espaço público, estacionamento e ambiente sobre o mesmo fotograma. Os pontos vizinhos ficam marcados como previstos: coordenação de eixo, contagem de viragens por movimento e fase, procura da rua transversal, atuação sobre o controlador instalado e escala multicâmara.
Camada 8, o espaço público: a vista volta à esquina sudoeste e o sujeito passa a ser o passeio. Desenham-se três linhas de contagem —a travessia da avenida, a travessia da rua e o passeio sul— e cada uma publica o seu total por sentido; o produto ainda desagrega por classe, e peão e bicicleta são classes próprias. Sobre as passadeiras acumulam-se as linhas de desejo das pessoas, trajetos anónimos de nove vértices que não caem sobre a pintura: conta-se quantos atravessam fora da passadeira. No chanfro há uma zona com papel de permanência onde se mede a permanência em segundos, média e percentil 85, e acende-se o aviso de aglomeração quando há mais de seis pessoas ao mesmo tempo durante sessenta segundos; o limiar por omissão do produto é quinze e esta zona baixa-o. Todos os números estão calculados sobre a cena desenhada.
Camada 9, o lancil: a vista desce ao ramo sul e aparecem três zonas poligonais sobre o lancil, duas com papel de estacionamento e capacidade declarada à mão, e uma terceira marcada como cargas e descargas com selo PREVISTO, porque a zona de cargas como papel próprio não está construída: hoje o que existe é uma zona que muda de papel por horário. A ocupação é reportada em veículos e em percentagem contra essa capacidade; os metros lineares de lancil não se medem nem se inferem, e assim se declara. Levam-se chegadas, saídas e permanência média. Um veículo fica parado na via dentro de uma zona com papel de faixa de rodagem: abaixo de três quilómetros por hora, durante quarenta e cinco segundos e com dupla confirmação, isso é a segunda fila, e os que descem contornam-no.
Camada 10, o estado da cena: a projeção volta à vista da câmara e tudo o que está fora de um polígono vigiado apaga-se. Dentro ficam a esquina do lancil, uma sarjeta e um candeeiro. Este é o outro motor do produto: não há seguimento fotograma a fotograma, há uma verificação por zona a cada trinta minutos, com um mínimo de cinco, sobre um recorte de no máximo setecentos e sessenta e oito píxeis de lado que se descarta depois da consulta. Quatro verificações: deposição ilegal, inundação, fumo e candeeiro apagado. Às três primeiras responde um modelo de linguagem visual; ao candeeiro responde-se com o brilho local do recorte, a média do máximo dos três canais, contra uma referência calibrada em obra, abaixo de cinquenta por cento. Cada verificação tem três respostas possíveis, positivo, negativo e indeterminado, e a inundação passa a indeterminado quando não se vê a faixa de rodagem. São precisas duas verificações seguidas para abrir um episódio.
Fecho: o mundo retira-se, fica a prancha limpa e a assinatura: sensores da cidade, para decisões inteligentes.
01 · A tese
Uma câmara sobre um cruzamento não é um instrumento de trânsito. É um instrumento, e o trânsito é apenas a primeira pergunta que lhe fizemos. As outras quatro verticais do produto —segurança rodoviária, espaço público, estacionamento e ambiente— não pedem outra câmara, nem outro poste, nem outra obra: pedem outra leitura dos mesmos píxeis. Esse é o argumento comercial do produto, e é também o seu argumento técnico.
O que custa a vertical seguinte
O que não se volta a pagar
E onde não é grátis, dizemo-lo: o passeio tem de entrar no fotograma para contar peões, o ramo precisa de resolução para amostrar capacete, o candeeiro precisa de uma noite normal como referência, as verificações de cena têm orçamento diário, e a velocidade não sai sem duas distâncias medidas na rua. Uma vertical nova é uma configuração, não um milagre.
Essa é a conta que fecha o negócio: a primeira vertical paga a instalação e a segunda custa uma configuração. O filme acima é esse argumento contado como forma — o relógio não se move porque o custo marginal da camada seguinte é zero.
02 · O painel
Aqui o site deixa de ser linear. São cinco verticais e, debaixo de cada uma, perguntas reais de gestão municipal: cada uma abre uma ficha com o que se mede, que decisão permite e o que é preciso para o ter. Cada ficha leva o seu selo, e o selo não se negoceia. O que está desenhado e ainda não corre aparece aqui com o seu nome, não nas letras pequenas.
V1 · Vertical
Pedida pelo Trânsito e Mobilidade Urbana
Usada por quem reprograma o eixo e por quem assina a obra
O que se move por aqui, de que tipo, a que velocidade, para onde e com quanta fila. É a vertical mais madura do produto e a única com um número próprio medido, por isso é a que abre a porta na maioria das cidades. É também a que mais se confunde com o produto inteiro: é uma de cinco.
Validação de terceiros: a VivaCity mede 97 % de precisão de classificação, validada pela Transport for London.
Medido em desenvolvimento: 27 a 28 % de redução do atraso contra tempo fixo, sobre clipe de desenvolvimento, com amostra mínima de 15 veículos e 2 ciclos antes de mostrar o número.
V2 · Vertical
Pedida pelo Trânsito, e pelo presidente da câmara quando o bairro reclama
Usada por quem decide onde vai a pintura
Um acidente é um dado que chega tarde e um a um. Um quase-acidente é o mesmo dado, antecipado e em volume: com semanas de operação, o mapa de risco da cidade antes do primeiro processo. É o diferencial do produto e a vertical com o caso internacional mais eloquente: resolve-se com pintura, não com obra.
Validação de terceiros: Bellevue baixou 60 % os conflitos críticos com 10 000 USD de pintura e sinalização. A Wavetronix reporta reduções de acidentes de 31 a 50 % em ângulo e 75 % de traseira.
Validação de terceiros: Bellevue, 60 % menos conflitos críticos com 10 000 USD de pintura e sinalização. Resultado de um terceiro, não deste produto.
V3 · Vertical
Pedida pelo Espaço Público e Obras
Usada por quem desenha a passadeira, a ciclovia e a praça
A mesma câmara que conta carros conta pessoas e bicicletas, e os seus percursos são o instrumento mais eloquente do produto: por onde as pessoas querem atravessar, não por onde ficou pintada a passadeira. As áreas de mobilidade sustentável têm agenda política e zero dados: esta é a vertical que lhos dá.
V4 · Vertical
Pedida pelo Estacionamento tarifado, Trânsito e Fiscalização
Usada por quem fixa a tarifa e por quem manda o fiscal
O lancil é receita municipal e costuma estar gerido às cegas; a segunda fila é a reclamação número um do morador e ainda estrangula o trânsito e os autocarros. As duas medem-se com o mesmo instrumento: uma zona, um limiar de imobilidade e um relógio. Sem ler uma única matrícula.
V5 · Vertical
Pedida pelo Ambiente e Serviços Públicos
Usada por quem despacha a brigada e por quem assina o relatório de sustentabilidade
Aqui o sensor muda de motor: em vez de seguir coisas que se movem, responde a perguntas sobre o estado da cena, a cada meia hora, sobre um recorte da zona vigiada. Uma deposição ilegal de resíduos não aparece entre dois fotogramas. É a vertical que muitas vezes abre a porta quando a dor da cidade não é o trânsito.
V0 · Transversal
O que vem aí, com nome e alcance
Está desenhado e documentado, e é o que se segue. Aparece nesta página com o seu nome e o seu alcance porque faz parte do produto que vem aí: cada um destes pontos já tem definido o que mede e que decisão permite.
Atuação real sobre o controlador instalado
Contacto seco ou NTCIP 1202. O comparador e a lógica atuada correm; fechar o ciclo contra o controlador do cruzamento não.
PrevistoCoordenação de eixo
A onda verde entre cruzamentos. Hoje cada câmara resolve o seu ramo, e o ótimo de rede é outro campeonato.
PrevistoProcura da rua transversal
Hoje simula-se como uma fila, e assim se declara no ecrã. Medi-la de verdade é pôr a segunda câmara.
PrevistoEscala multicâmara em produção
Um cruzamento a medir de verdade, hoje. A rede de cruzamentos é a mesma tecnologia repetida, e ainda não está repetida.
PrevistoViragens por movimento e fase
O TMC canónico, com inversões de marcha e manobras proibidas. O que corre é a matriz origem-destino por pares de zonas, e não é o mesmo: esclarecemo-lo nós porque no setor o nome usa-se à solta.
PrevistoDetetor geométrico de segunda fila
Hoje a segunda fila lê-se dos eventos de veículo parado na faixa de rodagem. Falta o detetor próprio que a distinga de qualquer outra paragem.
PrevistoReferência horária de congestionamento e aglomeração
Os dois limiares são absolutos. «Isto é muito para esta hora?» pede semanas de dados: com dois dias, qualquer referência é ruído disfarçado de sinal.
PrevistoMapa de calor de pessoas
A grelha de calor existe e hoje filtra veículos. Fazê-la de pessoas é mudar um filtro — e até se mudar, não se oferece.
Previsto03 · Integração
O dado do cruzamento é do município, não do fornecedor. Quatro caminhos de saída —os mesmos para as cinco verticais, porque há uma só interface— e cada um com o seu selo: três correm hoje, um é a etapa seguinte.
Interface REST própria
Contagens, velocidades, viragens, permanência, estacionamento, capacetes, emissões, conflitos, eventos e saúde da frota por HTTP. A mesma interface que o analisador ao vivo usa: não há uma API de montra e outra a sério. Um pedido mal montado devolve um erro explícito com o seu código, nunca um corte silencioso.
Em funcionamentoCSV num clique
Para quem trabalha em folha de cálculo, que é quase toda a gente: separador ponto e vírgula e vírgula decimal, que é o que abre bem num Excel europeu. Cada exportação viaja com a sua amostra e a sua janela de tempo.
Em funcionamentoNGSI-LD do modelo de dados de cidade
Entidades TrafficFlowObserved do Smart Data Model de transportes, para entrar numa plataforma urbana já instalada sem escrever um adaptador. Com a limitação declarada: o vocabulário desse modelo não tem um valor para peão, por isso o peão fica fora dessa serialização e continua disponível na interface própria. O modelo de fluxo pedonal é outra entidade e não está implementado.
Em funcionamentoContacto seco ou NTCIP 1202
Os dois caminhos padrão para o controlador que já está instalado: emular a chamada da espira para o seu bloco de terminais de detetor, ou falar-lhe NTCIP se o equipamento for moderno. Não é preciso mudar o semáforo. Desenhado e documentado; ainda não corre.
PrevistoE o que não é um caminho de saída mas uma propriedade: o dado vive no equipamento. Os agregados por minuto, os eventos e os percursos resumidos guardam-se numa base local com a sua retenção declarada, por isso o cruzamento continua a medir com a ligação em baixo e nenhuma decisão depende de uma nuvem. O vídeo, por outro lado, não se guarda em lado nenhum.
04 · Proveniência
Não há um único número neste site que não esteja nesta tabela. Se um número não tem proveniência, não se publica.
19,5 a 22,9 ms por fotograma · 12 fotogramas por segundo
Medido no equipamento, hoje, com CUDA, sobre fonte viva e calibrada. O valor mostrado no filme é 19,5 ms. Os milissegundos que constam do registo de instalação de 13 de agosto são da instalação anterior sem GPU e não são usados em parte nenhuma deste site.
27 a 28 % de redução do atraso
Medido em desenvolvimento, contra tempo fixo, sobre clipe de desenvolvimento, com amostra mínima de 15 veículos e 2 ciclos antes de mostrar o número.
Zero falsos positivos sobre asfalto molhado
Medido em desenvolvimento, sobre as verificações de cena.
1800 veíc/h/via · zona de dilema 2,5 a 5,0 s · verde mínimo · ciclo ótimo
Doutrina, com fonte: fluxo de saturação prudente contra o ideal de 1900; zona de dilema e fórmula de extensão do documento da Wavetronix; verde mínimo e tabelas de recuo do manual de detetores da FHWA; dois modos de objetivo do MOVA do TRL; ciclo ótimo de Webster.
97 % de precisão de classificação · 23 % menos tempo de viagem
VivaCity: precisão validada pela Transport for London; a redução do tempo de viagem é de Salford, sobre 15 cruzamentos e 4 anos na Grande Manchester. Resultado de um terceiro, não deste produto.
60 % menos conflitos críticos · 10 000 USD
Bellevue: pintura e sinalização. Resultado de um terceiro.
31 a 50 % em ângulo · 75 % de traseira
Wavetronix: reduções de acidentes reportadas no seu documento. Resultado de um terceiro.
COPERT v5.9 · EMEP/EEA · 4 bandas de velocidade
Modelo declarado, não medição. Os fatores de emissão foram computados dos coeficientes oficiais COPERT v5.9 do inventário europeu EMEP/EEA e ponderados para a frota argentina, em quatro bandas de velocidade. A tabela é editável e versionada: um município com dados da sua própria frota substitui-a. Alcance declarado: emissões a quente, sem matéria particulada e sem modelo por aceleração instantânea. Não há sensor de gases no cruzamento.
Limiares do produto: 45 s · 10 s · 15 pessoas e 60 s · 12 pontos · intervalos de 15 s · fator 1,5 · verificação cada 30 min
Parâmetros de instalação, não resultados de medição. São os valores com que o produto se instala e cada um ajusta-se por local na instalação: imobilidade para contar como parado na faixa de rodagem (45 s) e como a ocupar um lugar (10 s), valor por omissão de aglomeração (15 pessoas durante 60 s, que cada zona pode sobrepor), teto duro de pontos por trajeto anónimo (12), intervalo de agregação da permanência (15 s), multiplicador do limiar de gravidade com utilizador vulnerável (1,5) e frequência por omissão de uma verificação de cena (30 min, com um mínimo duro de 5 min que não é configurável).
Cotas do desenho: 14,00 · 11,00 · 16,00 · 4,00 · 5,00 · 1,80 · 9,00 m
Faixa de rodagem da avenida, rua transversal, separação entre as duas secções de calibração, passeio, chanfro, lado da espira e altura da câmara. São medidas do esquema desenhado no filme, não do local real: a cena é um cruzamento tipo em coordenadas do mundo. Estão lá para mostrar como se vê uma cota de prancha de projeto, não para declarar a geometria de um cruzamento.
05 · A prova
Tudo o que o filme contou pode ver-se contra o cruzamento que está a medir neste momento: o analisador ao vivo, com a sua fonte calibrada, as suas contagens e os seus conflitos. Não é uma maqueta.
O acesso é por convite: o cruzamento ao vivo pede utilizador e palavra-passe.
Analítica de vídeo aplicada à via pública
RIA Smartcity · 2026